Homem não sabe se despedir: ele desaparece, prefere não mais falar a explicar suas fraquezas. Lida mal com o sofrimento. Decide sumir a ser rejeitado. Resmunga, não chora. Muda de assunto, não chora. Você nunca vê seu pai em prantos porque ele engole as lágrimas. Você nunca enxerga seu marido se emocionando porque ele vai para outra sala controlar a respiração.
Fabrício Carpinejar. (via acrescentada)
Pouco a pouco você vai perdendo o encanto que tem pelas pessoas. Dia após dia, você olha e olha de novo, daí começa a ver quem realmente são. Todo aquele brilho, todo aquela beleza se vai, como a água suja desce no ralo da pia, só então você percebe que o carinho na verdade era um interesse, que os segredos não passavam de embuste, e que o querer bem nunca existiu. Você se percebe apenas como uma companhia para diminuir a solidão, o mesmo tempo que serve para aumentar seu ego desmedido. É, mas a vida passa, o tempo ensina que ninguém é insubstituível. Que tudo na vida é uma questão de ângulo de visão. E hoje eu digo: quem me perde, perde o luxo e o prazer de ter na vida alguém tão ilustre e único como eu. Só digo isso.
Gabito Nunes.   (via nobroke)
Depois, bem depois, vem o tempo e nos mostra a verdade como se fosse um passo de dança. Suave, intenso, inteiro. Ele vem e mostra. E aí a gente olha para trás e pergunta: porque não agi diferente? Porque você não tinha o conhecimento que tem hoje. Não tinha a maturidade deste momento. Não te culpa. Não me culpa. A gente não tem culpa.
Gabito Nunes.    (via principiador)
Ela é “estranha”. Tem vergonha até pelo bate-papo, tem ciúmes até de foto. Chora ouvindo sua música preferida e grita quando se assusta. É escandalosa, porém tímida, isso depende se está ou não perto dos seus amigos. Aliás, quando ela está com os amigos, perde a vergonha na cara e só faz “merda”. Sim, ela é “estranha”, mas pelo menos procura ser feliz. Ela tem uma risada alta e ao mesmo tempo uma voz suave. Faz careta do nada. Come pipoca, brigadeiro e sorvete sem culpa. Conversa sozinha, canta errado, dança como uma louca em casa, dá risada dos tombos, faz palhaçadas, conta piada velha e acha maior graça, conversa com os animais, briga com objetos quando esbarra neles. Sim, ela é louquinha, mas quem não é? E sabe uma coisa? Dane-se. Pessoas “perfeitas” são um saco.
Caio Fernando Abreu.  (via conclui-r)
Quero me casar com você, porque é a primeira pessoa que quero ver ao acordar de manhã e a única que quero dar um beijo de boa noite. Porque a primeira vez que vi essas mãos, não pude imaginar não segura-las. Mas principalmente, porque quando se ama alguém como eu te amo, casar é a única coisa a fazer.
Três vezes amor.    (via acerejais)
Dizem que levamos 7 minutos para dormir, e que nos primeiros 6 minutos e cinquenta e nove segundos nossa cabeça automaticamente reproduz todos e cada um dos momentos vividos ao longo do dia e no último segundo o que mais tenha te feito feliz. Finalmente o cérebro permanece com o mais importante, com o que mais você tenha gostado e transmite em forma de filme, um filme chamado sonhos.
Bruno Marques. ( (via conclui-r)
Quando a gente gosta é claro que a gente dorme com o celular na mão esperando uma mensagem.
Você tem mais é que comer muita mulher, mulheres bonitas. E escrever uns poemas de amor decentes. Não se preocupe com a idade, ou com os novos talentos, apenas beba mais cerveja. Mais e mais cerveja. Veja o futebol uma vez por semana, escolha o time que ganha, se possível. Aprender a ganhar é foda, qualquer porcão pode ser um bom perdedor. E não se esqueça de Brahms, de Bach e do teu trago. Não faça muito exercício, durma até o meio-dia. Evite cartões de crédito ou pagar qualquer coisa no dia. Lembre-se: não existe um cu nesse mundo que vale mais do que cem pila. E se você tiver a capacidade de amar, ame primeiro a si mesmo. Mas sempre tenha na cabeça a possibilidade de derrota total, mesmo que a razão dessa derrota seja certa ou errada. Um gostinho de morte cedo não é necessariamente uma coisa ruim. Fique longe de bares, igrejas, museus. Faça como a aranha: seja paciente. O tempo é a cruz de todo mundo. Mais derrota, traição, solidão. Toda essa sujeira. Fique com a cerveja. Cerveja é sangue contínuo, um amor contínuo. Pegue uma boa caneta e um papel. Enquanto o mundo acontece, fora da tua janela, risca nele, risca nele com força. Como se fosse uma luta de pesos pesados, faça como o touro no seu primeiro ataque. E lembre-se dos velhões que lutaram tão bem: Hemingway, Céline, Dostoiévski, Hamsun. Se você acha que eles não enlouqueceram em quartos minúsculos, como o que você etá agora, sem mulheres, sem comida, sem esperança, então você não está pronto. Beba mais cerveja, ainda dá tempo. E se não der, tá tudo bem.
Charles Bukowski. (via acrescentada)
Pouco a pouco você vai perdendo o encanto que tem pelas pessoas. Dia após dia, você olha e olha de novo, daí começa a ver quem realmente são. Todo aquele brilho, todo aquela beleza se vai, como a água suja desce no ralo da pia, só então você percebe que o carinho na verdade era um interesse, que os segredos não passavam de embuste, e que o querer bem nunca existiu. Você se percebe apenas como uma companhia para diminuir a solidão, o mesmo tempo que serve para aumentar seu ego desmedido. É, mas a vida passa, o tempo ensina que ninguém é insubstituível. Que tudo na vida é uma questão de ângulo de visão. E hoje eu digo: quem me perde, perde o luxo e o prazer de ter na vida alguém tão ilustre e único como eu. Só digo isso.
Gabito Nunes.  (via conclui-r)
Meu maior medo é viver sozinho e não ter fé para receber um mundo diferente e não ter paz para se despedir. Meu maior medo é almoçar sozinho, jantar sozinho e me esforçar em me manter ocupado para não provocar compaixão dos garçons. Meu maior medo é ajudar as pessoas porque não sei me ajudar. Meu maior medo é desperdiçar espaço em uma cama de casal, sem acordar durante a chuva mais revolta, sem adormecer diante da chuva mais branda. Meu maior medo é a necessidade de ligar a tevê enquanto tomo banho. Meu maior medo é conversar com o rádio em engarrafamento. Meu maior medo é enfrentar um final de semana sozinho depois de ouvir os programas de meus colegas de trabalho. Meu maior medo é a segunda-feira e me calar para não parecer estranho e anti-social. Meu maior medo é escavar a noite para encontrar um par e voltar mais solteiro do que antes. Meu maior medo é não conseguir acabar uma cerveja sozinho. Meu maior medo é a indecisão ao escolher um presente para mim. Meu maior medo é a expectativa de dar certo na família, que não me deixa ao menos dar errado. Meu maior medo é escutar uma música, entender a letra e faltar uma companhia para concordar comigo.
Fabrício Carpinejar. (via acrescentada)
Pouco a pouco você vai perdendo o encanto que tem pelas pessoas. Dia após dia, você olha e olha de novo, daí começa a ver quem realmente são. Todo aquele brilho, todo aquela beleza se vai, como a água suja desce no ralo da pia, só então você percebe que o carinho na verdade era um interesse, que os segredos não passavam de embuste, e que o querer bem nunca existiu. Você se percebe apenas como uma companhia para diminuir a solidão, o mesmo tempo que serve para aumentar seu ego desmedido. É, mas a vida passa, o tempo ensina que ninguém é insubstituível. Que tudo na vida é uma questão de ângulo de visão. E hoje eu digo: quem me perde, perde o luxo e o prazer de ter na vida alguém tão ilustre e único como eu. Só digo isso.
Gabito Nunes.   (via nobroke)
Eu percebi que te amava quando me dei conta de que todos os meus planos pra vida incluíam você. Eu percebi que te amava quando te esquecia por minutos e te lembrava pelo resto do dia. Percebi que te amava quando vi que eu poderia caber em qualquer lugar, mas preferia caber dentro de você. Eu percebi que te amava quando eu imaginei meus filhos com o teu sorriso.
— Giulia Mainardi  (via crawwling)